sexta-feira, 27 de março de 2015

Javalis na Arrábida

Há (cada vez mais) javalis na Arrábida

Uma atração para quem está de passeio, um pesadelo para quem lá mora


Desde o verão passado que os bichos passaram a ser vistos regularmente no areal
Desde o verão passado que os bichos passaram a ser vistos regularmente no areal
Fotos: Dima Kornilov


Os javalis preferem bosques com bastante vegetação onde possam esconder-se. Os javalis passam grande parte do dia fuçando a terra em busca de comida. Os javalis adoram banhos mas de lama, não são animais da praia. Não? Bom, não é o que dizem os habitués da zona da Arrábida. Subitamente, no início do verão passado, pequenos grupos destes porcos selvagens passaram a ser vistos à beira-mar - e até a escavar mexilhão na rocha! -, de manhãzinha ou ao final da tarde.

"Foi na altura do Mundial de Futebol: as pessoas estavam aqui na esplanada quando eles começaram a aproximar-se e a ganhar confiança", recorda Orlando Soares, gerente de O Farol, um dos restaurantes da praia do Portinho, antes de acrescentar que, há dias, ainda não eram três da tarde e já os bichos andavam por ali. As pessoas não resistem a fotografá-los e Orlando sorri - embora seja um sorriso algo reticente. "Tenho noção de que pode ser um risco..."


Além dos passeios à praia, onde acabam por revirar os caixotes do lixo à procura de comida, passaram a suceder-se igualmente investidas desses javalis no lado urbano da Arrábida, em Azeitão. "Vêm esfomeados e já chegaram até ao Parque da Cidade" (uma zona verde, com café e parque infantil), onde revolveram o relvado, junto aos sobreiros, para se banquetearem com as bolotas. "Isto é uma praga", considera Celestina Neves, presidente da Junta de Freguesia de Azeitão, a avisar: "É preciso fazer alguma coisa antes que haja um acidente". E já houve um encontro imediato entre um javali e um carro, no troço a caminho de Setúbal, saldando-se no desfecho pouco simpático de ter um animal ferido, chapa amolgada e uma condutora em estado de choque.


Mas não só. Há ainda quem não se conforme com os danos à flora da serra, sobretudo as orquídeas, raríssimas, cujos bolbos são uma refeição gourmet para os javalis. "Um senhor que tinha ido ver as flores até chorava: não havia nada...", continua a autarca, recordando que os bichos não têm predador e que, por estarem na zona protegida do Parque Natural, só quem tem terreno agrícola e licença de porte de arma é que os pode caçar.


"Neste momento, são mais do que uma ameaça: não só devastaram a flora, como alteraram a estrutura do solo, ao lhe introduzirem azoto por via dos seus excrementos", explica Jorge Capelo, investigador em ecologia da vegetação. E deixa o alerta: "Em seu lugar, está a crescer uma flora oportunista. A original vai demorar muito a recuperar. Se recuperar..."

Caçadas e outros avisos


Em declínio até aos anos 1970, os javalis são hoje uma população crescente em toda a Europa. Há um ano, um relatório apresentado no Parlamento Europeu falava mesmo de uma "explosão populacional", uma expansão que já tinha levado as autoridades alemãs e francesas a convocarem os caçadores para ações de controlo em Berlim e Toulouse.

"Aqui também vai ser inevitável", concorda Pedro Vieira, do Clube da Arrábida, associação de moradores criada para preservar a zona. Para já, conseguiu o aval do Parque Natural e do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas para organizar três caçadas. Na primeira, em janeiro, não mataram nenhum bicho; nas outras duas, apenas oito exemplares. "Mas aqui há centenas, vai ser preciso encontrar um outro método", diz, secundado por João Carvalho, da Associação de Proprietários Rurais, adiantando que provavelmente vão optar por capturar os animais vivos, com armadilhas - e sem tiros.


"Eles estão completamente à vontade. Nós nem por isso...", há de ainda acrescentar Maria João, que explora o Zeca, outros dos estabelecimentos da praia, e em cuja porta se vê o aviso, assinado com os símbolos do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas e do Parque Natural da Arrábida: "Têm sido avistados javalis nesta área. A bem da sua segurança, não os alimente nem coloque comida à vista. Não se aproxime. Lembre-se que estes animais são selvagens."

Ler mais: http://visao.sapo.pt/ha-cada-vez-mais-javalis-na-arrabida=f813219#ixzz3VaTsehYw

quarta-feira, 25 de março de 2015

Salamandra pré-histórica









24 Março 2015 • Luís Silvestre


Foi descoberta em Portugal o fóssil de uma salamandra que viveu na época dos dinossauros e que era um dos maiores predadores da Terra há cerca de 200 milhões de anos. A escavações decorreram na zona de Loulé, no Algarve. A equipa de paleontólogos identificou esta espécie de anfíbio desconhecida até agora, dando-lhe um nome que serve de homenagem à região onde se encontrava: Metoposaurus algarvensis (ver imagem das escavações).






"Esta descoberta é o exemplo de um achado de uma época da qual conhecemos muito pouco em Portugal, o Triásico, há cerca de 200 milhões de anos, altura em que viveram alguns dos primeiros dinossauros", explica Octávio Mateus, uma dos paleontólogos envolvidos na descoberta. O trabalho envolveu investigadores da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, do Museu da Lourinhã, das Universidades de Edimburgo e Birmingham, no Reino Unido e ainda do Museu de História Natural de Paris.








Estes anfíbios primitivos são parentes distantes das verdadeiras salamandras actuais. Os metopossauros faziam parte do grupo ancestral do qual os anfíbios modernos - tais como sapos e salamandras - evoluíram. "A riqueza do local era impressionante. A jazida tinha uma densidade de vários crânios por metro quadrado", diz Octávio Mateus. Esta espécie agora investigada chegava a atingir 2 metros de comprimento, vivia em lagos e rios, de forma semelhante aos crocodilos actuais. O habitat seria semelhante à ilustração seguinte.








A descoberta revela que a distribuição geográfica deste grupo de animais era maior do que se pensava. Restos fósseis deste tipo de animais foram encontrados em África, Europa e América do Norte mas as diferenças na estrutura do crânio e mandíbula dos fósseis encontrados em Portugal revelaram que estes pertenciam a uma nova espécie.




Apenas uma fração do local - cerca de 4 metros quadrados - foi escavado até agora, e a equipa irá prosseguir o trabalho para descobrir novos fósseis. O estudo foi publicado noJournal of Vertebrate Paleontology. Steve Brusatte, cientista da Universidade de Edimburgo, e um dos autores do estudo, sublinha: "Este novo anfíbio parece saído de um filme de monstros. Era tão comprido como um pequeno carro e tinha centenas de dentes afiados e uma grande cabeça chata, que se parece com uma tampa de sanita. Este era o tipo de predador feroz que os primeiros dinossauros tinham que enfrentar, muito antes dos dias de glória do Tiranossaurus Rex e do Brachiosaurus."

terça-feira, 24 de março de 2015

Coligação



Caros parceiros e amigos,




A WWF convida-o (a) para a apresentação da Coligação C6, uma coligação

de ONGs de ambiente – o Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens

(FAPAS), o Grupo de Estudos do Ordenamento do Território e Ambiente

(GEOTA), a Liga para a Protecção da Natureza (LPN), a QUERCUS -

Associação Nacional de Conservação da Natureza (QUERCUS), a Sociedade

Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e a WWF, World Wide Fund For

Nature (WWF Mediterrâneo - Portugal).




A C6, pretende reforçar o papel das organizações não governamentais de

defesa do ambiente na protecção e valorização da conservação da

natureza gerando um efeito positivo de sensibilização e mobilização da

sociedade civil, obtendo-se ganhos de competência e de capacidade de

influenciar as políticas públicas nesta área.




A sessão de apresentação do Manifesto da C6 terá lugar no dia 26 de

Março às 12:00h na Livraria Bulhosa, Campo Grande, Lisboa.







Contamos consigo,




--

Ana Gama

Corporate Relations and Fundraising Officer in Portugal

WWF MedPO

Tel: +351 916 43 92 61

E-mail: agamaramires@wwfmedpo.org<mailto:agamaramires@wwfmedpo.org>

Skype: anagbs

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domingo, 22 de fevereiro de 2015

terça-feira, 22 de abril de 2014

segunda-feira, 14 de abril de 2014


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Pela horta 12

Pela horta 12 by LuPan59
Pela horta 12, a photo by LuPan59 on Flickr.

Pela horta 36

Pela horta 36 by LuPan59
Pela horta 36, a photo by LuPan59 on Flickr.

Pela horta 41

Pela horta 41 by LuPan59
Pela horta 41, a photo by LuPan59 on Flickr.

Pela horta 63

Pela horta 63 by LuPan59
Pela horta 63, a photo by LuPan59 on Flickr.

Pela horta 71

Pela horta 71 by LuPan59
Pela horta 71, a photo by LuPan59 on Flickr.

Pela horta 86

Pela horta 86 by LuPan59
Pela horta 86, a photo by LuPan59 on Flickr.

terça-feira, 30 de julho de 2013

Untitled

Untitled by LuPan59
Untitled, a photo by LuPan59 on Flickr.

Ao natural 04

Ao natural 04 by LuPan59
Ao natural 04, a photo by LuPan59 on Flickr.

Ao natural 27

Ao natural 27 by LuPan59
Ao natural 27, a photo by LuPan59 on Flickr.

Companheiro de leituras 09

Companheiro de leituras 09 by LuPan59
Companheiro de leituras 09, a photo by LuPan59 on Flickr.

Ao natural 03

Ao natural 03 by LuPan59
Ao natural 03, a photo by LuPan59 on Flickr.

Ao natural 01

Ao natural 01 by LuPan59
Ao natural 01, a photo by LuPan59 on Flickr.

Ao natural 23

Ao natural 23 by LuPan59
Ao natural 23, a photo by LuPan59 on Flickr.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Cavaco anilha cagarra na Selvagem Pequena
Cavaco Silva
Numa visita à Selvagem Pequena, o chefe de Estado anilhou uma cagarra e até ordenou que lhe dê noticias. O repórter da TSF seguiu este momento e outros encontros de protocolo aligeirado.
É um pequeno passo que fica na história. Cavaco Silva é o primeiro Presidente da República a pisar a areia cinzenta da Selvagem Pequena.
Para os sucessores, a partir de agora, sobram ilhéus e rochedos. Um pequeno passo que ultrapassou mesmo Alberto João Jardim.
«O senhor Presidente conseguiu chegar primeiro do que eu», gracejou o presidente do Governo Regional da Madeira, ao pisar pela primeira vez a areia da Selvagem Pequena, minutos depois do chefe de Estado ter também ali desembarcado.
Dando início à visita de dois dias que está a realizar às Ilhas Selvagens, localizadas a cerca de 160 milhas do Funchal, Cavaco Silva começou por ouvir as explicações do diretor do Parque Natural da Madeira, Paulo Oliveira.
«Nunca houve intervenção humana, nunca houve introdução de espécies, nunca houve tentativas de colonização forçadas», disse Paulo Oliveira, brincando que a Selvagem Pequena «está como veio ao mundo».
Selvagens à espera de Cavaco
16 de Julho, 2013por Mário Tebas
Mesmo em plena tempestade política, todos os preparativos para a viagem do Presidente da República às ilhas Selvagens – marcada para dia 18 – continuam como se nada fosse. No terreno, a Marinha e a Força Aérea posicionam os seus meios: um navio hidrográfico está a postos para deslocar-se desde os Açores para as Selvagens.Se nada mudar, Cavaco Silva deverá pernoitar nas Selvagens (está por definir se em terra, na pequena casa dos vigilantes da Natureza, ou a bordo de uma unidade naval) e regressar a Lisboa de helicóptero. Parte da comitiva viajará por meios aéreos e a maioria por meios navais.
Uma delegação presidencial, que incluiu militares, já esteve no local para avaliar as condições para receber o chefe do Estado.
As ilhas Selvagens são um subarquipélago da Madeira que englobam 16 ilhéus, conhecidas por albergarem a maior colónia do mundo de cagarras (aves marinhas semelhantes às gaivotas).
A visita do Presidente da República deve assinalar o 50.ºaniversário da primeira expedição científica às ilhas, realizada pelo ornitólogo Paul Alexander Zino, e que levou à identificação, em 1971, da mais antiga reserva natural do País, gerida pelo Parque Natural da Madeira. Francis Zino fará parte da comitiva.
As ilhas não são só um símbolo. É este subarquipélago que confere a Portugal a maior Zona Económica Exclusiva (ZEE) da União Europeia, com 1,6 milhões de quilómetros quadrados.
Até hoje, só visitaram esta parcela do território, os presidentes Mário Soares (1991) e Jorge Sampaio (2003). Em Maio de 2009, o ex-presidente da Assembleia da República, Jaime Gama, também lá levou um grupo de deputados.
Por lá existe um marco de correio, que é procurado sobretudo por coleccionadores de selos que solicitam aos vigilantes que levem correspondência para ser carimbada e enviada daquele ‘serviço dos Correios’. Os outros utilizadores deste marco são alguns turistas e tripulações de veleiros que passam pelo local.
O marco do correio foi mais um dos elementos utilizados por Portugal como símbolo de soberania sobre aquele território, tendo sido instalado durante a visita oficial de Jorge Sampaio. A recolha postal é feita a cada três semanas, quando acontece a substituição dos vigilantes do Parque Natural – os únicos habitantes (temporários) das Selvagens.
online@sol.pt

quarta-feira, 17 de julho de 2013

terça-feira, 16 de julho de 2013

Jardim acompanha Cavaco na visita às ilhas Selvagens

O presidente do governo regional já tinha acompanhado Jorge Sampaio às Selvagens em 2003.
Cavaco Silva parte do Funchal na quarta-feira à noite, acompanhado por Jardim ADRIANO MIRANDA/ARQUIVO
O Presidente da República, Cavaco Silva, será acompanhado pelo presidente do governo regional, Alberto João Jardim, e pelo representante da República na Madeira, Ireneu Barreto, na visita às ilhas Selvagens.
Em 1991, na primeira visita de um Chefe de Estado em missão de reafirmação de soberania nacional a este sub-arquipélago que confere a Portugal a maior Zona Económica Exclusiva (ZEE) da União Europeia, com 1,6 milhões de quilómetros quadrados, Jardim não acompanhou Mário Soares, por considerar "indesejada" a sua presença de naquelas pequenas ilhas aonde só se deslocou, pela primeira vez, dois anos depois e já no seu quarto mandato. O governo regional fez-se representar pelo secretário do Turismo, João Carlos Abreu, e pelo então director do Parque Natural da Madeira, Henrique Costa Neves.
Passados quase dez anos, em 2003 Jardim viajou com Jorge Sampaio, a bordo da fragata “Vasco da Gama”, até à mais meridional parcela do território português. Fê-lo não só por considerar "oportuna" a deslocação quando estava em apreciação da candidatura destas ilhas, de peculiar biodiversidade biológica, a Património Mundial Natural da UNESCO, posteriormente retirada por estar insuficientemente documentada, mas também devido às "tentativas de equívocos por parte de Madrid e até de Bruxelas", relativamente à administração daquela reserva natural situada a 165 a norte das ilhas Canárias (Espanha) e a 250 a sul do Funchal.
Cavaco Silva desloca-se na quinta e sexta-feira às Selvagens, quando decorrem a votação da moção de censura ao Governo apresentada por "Os Verdes" na Assembleia da República e os contactos entre partidos com vista a um acordo para o "compromisso de salvação nacional". O objectivo da viagem é assinalar a "importância científica, ambiental e estratégica" do sub-arquipélago e o 50º aniversário da primeira expedição científica àquelas ilhas. A visita, frisa fonte de Belém, não será uma "réplica" das anteriores missões presidenciais de reafirmação da soberania nacional, estando focada na valorização da investigação científica, da importância do mar e do património natural.
O embarque do Presidente na fragata “Vasco da Gama”, que estará ancorada no porto do Funchal, está previsto para esta quarta-feira à noite e a chegada à Selvagem Pequena deverá ocorrer na madrugada de quinta. Após uma breve visita à ilha, acompanhada pelo director do Parque Natural da Madeira, Cavaco Silva embarcará no navio oceanográfico “Gago Coutinho”, que levará a comitiva para a Selvagem Grande. A bordo, assistirá à descida do "ROV Luso" no mar, um veículo de operação remota com capacidade de mergulhar a seis mil metros de profundidade, e a um briefing sobre a extensão da Plataforma Continental e a Estratégia Nacional para o Mar.
A meio da tarde, a comitiva desembarcará na Selvagem Grande, onde responsáveis do Parque Natural farão uma apresentação das actividades desenvolvidas nesta reserva. Depois, o Presidente da República assistirá ao carimbo de postais comemorativos dos 50 anos da primeira expedição científica a estas ilhas e que levou à sua identificação, em 1971, da mais antiga reserva natural do País.
O Chefe de Estado visitará de seguida a única casa particular existente nas ilhas, propriedade de Francis Zino, do filho de um dos participantes nessa expedição. Cavaco Silva dormirá na casa dos vigilantes da natureza, fazendo assim questão de ser o primeiro presidente a pernoitar nas Selvagens. A visita terminará na sexta-feira, ao final da manhã, depois de uma caminhada até ao planalto da Selvagem Grande, de onde o PR partirá de helicóptero para o Funchal, embarcando de imediato no avião em que regressará a Lisboa.

Documentário “A Lagoa” aborda evolução
de biodiversidade em Vila Real

2013-07-02
O passeio tem como objectivo a observação de espécies de morcegos
O passeio tem como objectivo a observação de espécies de morcegos
A apresentação do documentário “A Lagoa” e um percurso pedestre fotográfico são as propostas para os próximos dias do Programa de Preservação da Biodiversidade, promovido pela Câmara Municipal de Vila Real.
O documentário sobre a evolução da paisagem e da biodiversidade da região ao longo de 50 anos será apresentado sexta-feira, às 22h00, no Teatro Municipal local.

“A Lagoa” conta a história do Vale de Campeã que em meados do século XX viu floresceu a indústria mineira, que dava emprego a mais de mil pessoas. Com a falência das Minas de Vila Cova, veio o desemprego, a emigração e a ruína progressiva do complexo mineiro.
Este drama social deu lugar a uma lagoa que se tornou num verdadeiro tesouro de biodiversidade. Retrata-se, assim, a evolução da paisagem e da biodiversidade de Vila Real ao longo de 50 anos, mais precisamente na freguesia de Quintã e no Vale da Campeã (onde ficará instalado o futuro Observatório da Biodiversidade de Vila Real).
O filme, uma produção da própria autarquia e do Museu do Som e da Imagem de Vila Real, tem como objectivo mostrar a importância da biodiversidade na vida humana e sensibilizar as pessoas para a preservação da fauna e da flora.
Percurso Pedestre fotográfico «Rotas das Pontes»
No sábado, 6 de Julho, João Cosme, fotógrafo da natureza, será um dos orientadores do passeio pedestre fotográfico «Rota das Pontes», em Lamas d’Olo. Cosme é fotógrafo profissional de natureza e vida selvagem, com trabalho já publicado em numerosas revistas nacionais e internacionais, como a «National Geographic - Portugal», a «Notícias Magazine», a «Asferico-Italia», a «Naturaleza Salvage - Espanha», entre outras. Vai aqui explicar técnicas de fotografia relacionadas com a natureza.
A iniciativa, gratuita, tem como objectivo a observação de espécies de morcegos, alguns deles com estatuto de protecção. O percurso será acompanhado por Paulo Barros, técnico do laboratório de Ecologia Aplicada da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD), especialista em conservação de recursos faunísticos e estudos de impacto ambiental com especial incidência nos mamíferos (incluindo morcegos) e invertebrados.
O percurso inicia-se junto à ponte da estrada do Barreiro, seguindo por outros dois caminhos, um na nova variante e outro a montante do rio Olo, junto à aldeia de Lamas d’Olo. O passeio realiza-se das 8h30 até às 13h30, sendo o ponto de encontro a Praça do Município. Este é mais um circuito que vai integrar a rede de percursos dedicados à biodiversidade.
As inscrições devem ser feitas na página oficial da Câmara Municipal de Vila Real (http://cm-vilareal.pt/bio_diversidade/).

Lisbon and LxCRAS work for conservation

Como fotografar Borboletas Nocturnas



http://quercusnrguarda.blogspot.pt/2013/07/noite-europeia-das-borboletas-nocturnas.html
Milhares de peixes mortos encontrados em praia da Costa da Caparica
16 de Julho, 2013
A Capitania do Porto de Lisboa está a investigar a origem de milhares de peixes mortos encontrados hoje na praia da Bela Vista, na Costa da Caparica (Almada), mas assegura que não se trata de um caso de poluição."Este caso não tem nada a ver com nenhum foco de poluição nem com os problemas que ocorreram nos últimos dias com algumas pessoas [que se queixaram de comichão e ardores na pele] nas praias da linha do Estoril e da Costa da Caparica", disse à Lusa o comandante Cruz Gomes, adjunto do capitão do Porto de Lisboa.
"Tenho a informação de que se trata de cavala e que tudo indica tratar-se de peixe lançado ao mar por uma embarcação de arte xávega, um tipo de pesca de arrasto que ainda é praticada em diversas zonas costeiras", acrescentou.
De acordo com o responsável da Capitania do Porto de Lisboa, a Polícia Marítima já está a investigar a proveniência dos peixes mortos encontrados na praia da Bela Vista.
Cruz Gomes referiu que este tipo de situações é cada vez menos frequente, mas por vezes alguns pescadores ainda lançam o peixe ao mar, ou porque o pescado não tem valor comercial em lota ou porque não tem as dimensões mínimas.
O responsável remeteu para mais tarde eventuais esclarecimentos adicionais sobre este caso.
Lusa/SOL

Qual cobra????

Cobra viaja pela tubagem e corta água numa aldeia de Bragança

Publicado às 18.03

HELENA FIDALGO*
 
Nos últimos dias, uma pergunta assalta a população da aldeia de Sortes, junto a Bragança: como é que a uma cobra entrou na rede pública e deixou uma família três dias sem água?
Ninguém encontrou ainda a resposta para a presença do animal nas tubagens e apesar de as entidades oficiais tentarem tranquilizar a população, muitos habitantes garantem que tão depressa não bebem água da torneira.
Maria e José Santos estavam sem água em casa há três dias quando, no sábado, o piquete dos serviços municipalizados da Câmara de Bragança se deslocou à aldeia para tentar resolver o problema.
"Começaram por desmontar o contador e nada. Foram depois abrir lá em baixo e lá estava então a cobra enroscadinha no tubo que dá saída (da água) para aqui", contou à Lusa José Santos.
"Um bicho daquela maneira" deixou impressionado José, que tenta dar a ideia da grandeza da cobra com os braços, enquanto fala.
Segundo disse, "estava lá, entalada no tubo".
"A mãe d"água fica lá em cima, no alto, e aos trambolhões pelo tubo fora, como é que ele se veria, não é?", questiona-se José.
Agora, a família já tem água em casa, mas não bebe da torneira. Vai comprar água engarrafada a Bragança.
"Enquanto me lembrar a cobra, não bebo daquela água", assegura Maria, que ficou "com agoiro" por causa do bicho.
A justificação que José encontra para a entrada do animal é a de que "a mãe d"água está cheia de buracos e entra por lá toda a tralha".
No café da aldeia, mesmo ao lado, Eurico Esteves lembra que até foi ele que ajudou o "senhor das Câmara a abrir o buraco".
"Ao ver aquele bicho lá dentro, até me arrepiei", contou, garantindo que jamais imaginou que "acontecesse uma coisa destas".
Eurico também é da opinião de que "o depósito não está isolado como deve ser".
Ficará durante uns tempos "com receio de beber a água da rede", assim como o conterrâneo Fernando Parente, que vai "à fonte, desde que soube" do sucedido.
"Dá um bocado de nojo", observou.
Como é que a cobra entrou e andou "mais de um quilómetro no tubo" é a pergunta que se faz, vezes sem conta, o presidente da junta, Juvêncio Carvalho.
Da parte que lhe toca, pouco mais pode fazer: já deu conhecimento à Câmara, que enviou ao local técnicos, foi feita recolha de amostras da água para análises e vai ser afixado um edital com informação à população.
O presidente assegura, no entanto que quem for ao depósito "vai ver que está tudo fechado, tudo com grades".
As infraestruturas, nomeadamente os tubos, foram substituídas há poucos anos e "os [funcionários] das águas andam sempre" por ali a fazer vigilância.
"Foi uma surpresa", reiterou.
O autarca não viu a cobra, mas, se a visse, reconhece que "também ficava apavorado".
Apesar do acontecimento, garante que vai continuar a "beber a água da torneira tranquilamente".
"Só se daqui para a frente alguém ficar doente", brincou.
* Agência Lusa

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Untitled

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quarta-feira, 5 de junho de 2013

Carcavelos 04

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Isto não é um pau! 03

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terça-feira, 7 de maio de 2013

Tritão marmorado macho na época de reprodução 30

Os Lobos da Malveira 60

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Os Lobos da Malveira 65

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Primavera 063

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Primavera 101

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Primavera 108

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Primavera 119

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Primavera 133

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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Lagartixa

Louva a Deus